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08/06/2022

El Grupo Elecnor ha publicado un nuevo Programa de Pagarés multidivisa en el Mercado Alternativo de Renta Fija (MARF), con un límite de 400 millones de euros, uno de los mayores del mercado, para financiar las necesidades de Working Capital y nuevos proyectos, tanto en España como a nivel internacional, en las áreas de ingeniería, desarrollo y construcción de infraestructuras, energías renovables y nuevas tecnologías.

Es el primer Programa del Grupo vinculado a la sostenibilidad, incluyendo objetivos de reducción de emisiones de gases de efecto invernadero y de accidentes laborales, que, de no cumplirse, implican un compromiso de aportaciones a proyectos sostenibles. 

La operación se enmarca en la estrategia de diversificación y optimización de costes de sus fuentes de financiación que lleva a cabo el Grupo Elecnor. A través de este nuevo Programa, el Grupo tendrá acceso a financiación, tanto en euros como en dólares estadounidenses, a plazos de hasta 24 meses.

La solidez del modelo de negocio y reputación del Grupo Elecnor es muy reconocida por este mercado, lo que le permite emitir en unas condiciones ventajosas. En los últimos ocho años, el Grupo Elecnor ha realizado 196 emisiones por un total de 6.500 millones de euros, lo que sitúa al Grupo como uno de los principales emisores de pagarés en el mercado español. 

Para este Programa de Pagarés, Elecnor contará con Banca March y Banco de Sabadell como entidades colocadoras. Banca March es el Asesor Registrado. Cuatrecasas se ha hecho cargo del asesoramiento legal, siendo G-Advisory la consultora que emitirá los informes de sostenibilidad.

19/05/2022
  • Aprovado um dividendo total por ação de 0,35€ que será pago em dinheiro
  • O lucro líquido foi de 85,9 milhões de euros e o volume de negócios foi de 3,122 milhões
  • O Grupo Elecnor reduziu 8,1% sua dívida financeira líquida com recursos
  • Nomeação de Francisca Ortega Hernández-Agero como nova conselheira independente da empresa

A Assembleia Geral de Acionistas do Grupo Elecnor, realizada no dia 18 de maio, aprovou por ampla maioria as demonstrações contábeis correspondentes ao exercício de 2021, assim como todos os pontos propostos na ordem do dia.

Foram reeleitos para seus respectivos cargos: Jaime Real de Asúa (conselheiro dominical); Ignacio María Prado Rey Baltar (conselheiro dominical); Miguel María Cervera Earle (conselheiro dominical); Juan Ignacio Landecho Sarabia (conselheiro dominical); Miguel Morenés Giles (conselheiro dominical); Rafael Prado Aranguren (conselheiro dominical); e Irene Hernández Álvarez (conselheira independente). Também foi aprovada a nomeação de Francisca Ortega Hernández-Agero como conselheira independente.

O presidente do Grupo, Jaime Real de Asúa, anunciou no seu discurso aos acionistas que, “desde 2017, o dividendo teve um aumento de 23%. O crescimento e solidez financeira se refletem na remuneração aos acionistas. O dividend yield foi de 3,1% em 2021, igual ao ano anterior”.

Segundo Jaime Real de Asúa, “mesmo no incerto cenário macro atual, a proposta de dividendo apresentada à Assembleia Geral representa um aumento de 6,5% em relação ao distribuído em 2020 e um pay-out de 36% sobre o resultado correspondente a 2021, em linha com os anos anteriores e com a política de atenção aos acionistas do Grupo Elecnor”.

Após a votação dos acionistas, foi aprovada a aplicação de um dividendo total por ação no valor de 0,35345352 euros, dos quais 0,0596 euros por ação já foram distribuídos por conta em dezembro de 2021 e os restantes 0,29383573 euros serão pagos como pagamento complementar no dia 1º de junho.

Os acionistas também autorizaram o Conselho de Administração a emitir títulos de renda fixa com um prazo de 5 anos, e a adquirir ações próprias ou das sociedades controladas, também por um período de 5 anos. 

2021: Crescimento em todos os negócios

O Grupo Elecnor obteve um lucro de 85,9 milhões de euros em 2021, 9,7% a mais do que no ano anterior. As vendas também aumentaram chegando a 3,122 bilhões de euros, o que representa uma melhora de 27,1%.

Tanto o mercado nacional (que representa 46% do total) como o mercado internacional (54%) registraram crescimentos positivos de 14,9% e 39,6%, respetivamente.

O Negócio de Concessões, que o Grupo Elecnor desenvolve através de sua filial Enerfín e sua investida Celeo e das sociedades controladas de ambas, obteve um lucro líquido atribuído de 34,9 milhões de euros, 12,6% maior do que o registrado em 2020.

O EBITDA foi de 271,8 milhões de euros, 10,6% maior do que no ano anterior. O resultado do Grupo este ano absorveu os custos de lançamento de novos contratos de serviços de telecomunicações e energia elétrica no Reino Unido e na Itália, além de custos não recorrentes como os relacionados ao projeto de cisão.

A Dívida Financeira Líquida com recursos (119,4 milhões de euros) diminuiu 8,1% em relação ao final do ano passado (129,9 milhões de euros). Isto se deveu fundamentalmente à evolução positiva dos negócios do Grupo em termos de geração de caixa, fruto de suas atividades operacionais.

O índice de endividamento no final deste ano, calculado como Dívida Financeira Líquida com recursos dividida pelo EBITDA com recurso, foi de 0,72 vezes (0,83 no final do ano passado).

13/05/2022
  • O lançador está sendo desenvolvido no Reino Unido com o apoio de Portugal

O primeiro protótipo em tamanho real do foguete espacial orbital Prime, desenvolvido pela Orbex com o apoio da Elecnor Deimos, foi apresentado publicamente pela primeira vez em sua plataforma de lançamento na Escócia.

O Prime é um foguete de dois estágios com 19 metros de altura, equipado com sete motores, que lançará uma carga útil de pequenos satélites comerciais na órbita baixa da Terra (LEO). Os lançadores Prime serão até 30% mais leves e 20% mais eficientes do que qualquer outro veículo da categoria de lançadores pequenos.

A Elecnor Deimos está desenvolvendo o subsistema de controle de voo do lançador ou GNC (Guidance, Navigation and Control) que controla a autonomia e o piloto automático do foguete. A Deimos Space do Reino Unido lidera, especificamente, o desenvolvimento de subsistemas para a fase de decolagem/subida e gerenciamento automático de falhas, os bancos de testes e a análise depois do voo. Por sua vez, a Deimos Engenharia, em Portugal, é a responsável pelo GNC até a fase orbital depois que o lançador sai da atmosfera terrestre.

Foguete sustentável

O Orbex Prime funciona com biocombustível renovável, o biopropano, que reduz as emissões de carbono em 96% em comparação com outros sistemas de lançamento espacial que usam combustíveis fósseis, de acordo com um estudo da Universidade de Exeter.

Após a conclusão da primeira integração completa do Prime em uma plataforma de lançamento, o lançador passará por uma série de testes integrados, o que permitirá realizar ensaios gerais de lançamento e desenvolver e otimizar os procedimentos de lançamento.

“Esta é uma grande conquista para a Orbex e estamos muito orgulhosos de poder participar neste processo”, afirmou Ismael López, diretor executivo da Elecnor Deimos. “Queremos agradecer novamente tanto à Agência Espacial do Reino Unido quanto à Agência Espacial Portuguesa pelo apoio e esforços para promover iniciativas de lançamento sustentáveis na Europa”.

Nuno Ávila, country manager da Deimos Engenharia em Portugal, acrescentou: “O sistema de Orientação, Navegação e Controle (GNC) é um dos sistemas mais importantes de um lançador, tanto quanto o de propulsão, e sem dúvida o que mais inteligência utiliza. Liderar a fase orbital do PRIME é um privilégio e um marco importante para a engenharia portuguesa”.